quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Marketing digital: Sete estratégias para sua empresa em 2010



Sete estratégias de marketing digital para 2010: Se sua empresa ainda não fez um sólido planejamento de marketing digital para 2010, é melhor começar a pensar nisso.


No próximo ano é preciso que as empresas estejam preparadas para utilizar a Internet como ferramenta de marketing digital em seus negócios. A questão da preparação talvez seja o ponto fundamental para as empresas brasileiras. Não basta imaginar que sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, irá obter bons resultados com Google, Twitter ou Facebook, isoladamente.


Porém, pior que não saber, é pensar que sabe. Tantas idéias, tantas opções, tanto mercado digital, então como saber onde vale a pena investir tempo e dinheiro? É preciso começar obviamente (e parece que isso não é tão óbvio assim) - pela pesquisa on-line e pelo planejamento de marketing digital.


O planejamento de marketing digital é o ponto de partida de tudo. A única forma viável de a empresa utilizar adequadamente a Internet é através dele. Pois são infinitas as possibilidades da Internet, seja na criação de novas formas de negócio, seja na divulgação dos produtos, seja no atendimento aos clientes, enfim no Marketing Digital.


Somente elaborando um planejamento de marketing digital forte é que você pode criar o foco necessário para ser bem sucedido. Costumo dizer que a Internet pode ser um enorme exercício do niilismos, ou seja, do nada. Você perde o foco muito fácil. Assim o Planejamento de Marketing Digital é fundamental pois cria o FOCO necessário e obter retorno dos investimentos.


No meu livro A Bíblia do Marketing Digital eu defino um modelo de 7 estratégias de Marketing Digital. Como todo o modelo, ele não é completo ou único, mas é um excelente ponto de partida para o planejamento de negócios digitais.


As sete estratégias são: Conteúdo, Mídias Sociais, E-mail Marketing, Marketing Viral, Publicidade on-line, Pesquisa on-line e Monitoramento.


01.Conteúdo: Você tem que oferecer algo útil e relevante para o consumidor. Algo que ele queria. A palavra é Informação.


02.Mídias Sociais: Você tem que criar uma rede forte ligada ao negócio. Sem ela você não é nada. A palavra é relacionamento.


03.E-mail Marketing: É, ele ainda vive. Nem todos os consumidores usam o Twitter, então você tem que ter ações de e-mail marketing. Aqui, um aparte: e-mail marketing pra quê? Essa é a pergunta que você tem que se fazer. Informativo, Promoção e Lançamento. É isso.


04.Marketing Viral: Esta é a ferramenta mais importante, eficiente e lucrativa da Internet, e que poucas pessoas sabem utilizá-la No Marketing Viral, você multiplica tudo que faz por 10, por 100, por 1000. É aí que o seu negócio realmente decola


05.Publicidade on-line: Você tem que ter um plano de mídia e divulgação que não pode ser só baseado no buzz. A publicidade é importante. Mas não é mais a mesma. Você tem que ser criativo e focar seu investimento em nichos. Além disso, você pode usar a publicidade on-line gratuita, através do SlideShare, YouTube, e tantos outros serviços web.


06.Pesquisa: Assuma que o importante é o consumidor, não você, e que você não sabe NADA. Pesquise, pesquise, pesquise. Aprenda tudo que puder sobre seu consumidor on-line. Como pensa, o que quer, quem é, o que faz. Entenda sua mente.


07.Monitoramento: Monitore tudo. E aprenda com isso. Quem mais vai te ensinar sobre Internet é a Internet. Monitore tudo. Monitore sempre. Mas analise o que está monitorando, entenda e aprenda com isso.


Resumindo: Pesquise, Planeje, Defina recursos, e Mantenha o Foco. Sempre. Comece a usar o Marketing Digital e insira seu negócio na Internet.

Fonte: iMasters

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Curso para o funcionário, lucro para a empresa


 
A premissa de que qualificação e treinamento são custos desnecessários e que os próprios funcionários devem cuidar de seu aperfeiçoamento é cada vez mais comum nas empresas. Elas exigem que seus colaboradores estejam sempre prontos para executar as tarefas para as quais foram contratados, sem levar em conta outras características e até mesmo as mudanças internas da organização.

O motivo alegado para a adoção desta filosofia é a suposta necessidade de conter despesas, porém, o real motivo vai além e é mais perverso. Em muitos casos, os gestores, ou mesmo os próprios empresários, admitem que não investem em programas de treinamento e qualificação por temerem que os funcionários saiam da empresa para
trabalhar na concorrente. Ao mesmo tempo, é curioso constatar que os mesmos gestores e empresários são os que mais se queixam da baixa produtividade, da ineficiência e da falta de comprometimento dos colaboradores, sempre muito aquém do que o mercado exige.

Cria-se, assim, um círculo vicioso, onde os funcionários ficam insatisfeitos por serem pressionados a se atualizarem, mas não recebem apoio algum por parte dos empregadores. Eles alegam que, mesmo conscientes e dispostos a bancar seus cursos de aprimoramento, a velocidade das mudanças organizacionais e das novas tecnologias e metodologias de gestão é tão grande que precisam de apoio por parte da companhia. Por outro lado, as empresas ficam insatisfeitas pelos níveis de desempenho insatisfatórios apresentados pelos colaboradores.

Conclui-se, então, que este círculo vicioso é extremamente prejudicial a ambos. Levando em conta que as competências vão sendo adquiridas por meio da junção de novas informações com as experiências acumuladas, a situação só contribui para reduzir o desempenho de executivos e funcionários. Muito mais prejudicial, porém, é o clima de desmotivação e estagnação que esta filosofia gera em toda a equipe. Diante deste cenário, um colaborador com potencial de desenvolvimento pode se desinteressar pelo
trabalho e buscar oportunidades noutra empresa e até mesmo num concorrente que ofereça melhores condições de aperfeiçoamento. Neste caso, o tiro acaba saindo pela culatra...

Com base nesse panorama, fica evidente que destinar uma parte do orçamento para o desenvolvimento profissional não é um custo ou um risco desnecessário; ao contrário, trata-se de um investimento estratégico capaz de beneficiar a empresa em relação à
produtividade advinda do aprimoramento técnico e da criação de um clima que incentiva a busca por novos conhecimentos e inovação entre as equipes, contribuindo até mesmo para a imagem externa da companhia, servindo como atrativo. Bons profissionais sempre querem se aperfeiçoar e, por conseqüência, procuram trabalhar em empresas que valorizam esta característica, proporcionando cursos e treinamentos.

Ressalvamos, entretanto, as pessoas que não querem aprender, que não estão motivadas para isso ou, pior ainda, que não estão dispostas a aprender a aprender. Neste caso, restam poucas alternativas. Vale observar com extremo cuidado a existência desta predisposição ao contratar um novo funcionário.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009